
A Clínica Vitta, de São Paulo, atende pacientes particulares e de convênios com uma equipe de seis profissionais. Quando chegou até nós, pagava impostos como uma empresa comum de serviços, no Anexo V do Simples Nacional, e os sócios ainda recebiam parte dos valores como pessoa física, com imposto de renda alto e retido na fonte todo mês.
Começamos com uma revisão completa dos últimos cinco anos e com a simulação dos três regimes tributários usando os números reais da clínica. A análise mostrou que, com o pró-labore ajustado, a clínica atingiria o Fator R e passaria para o Anexo III, com alíquotas bem menores, sem nenhuma mudança na rotina de atendimento dos pacientes e da equipe.
O objetivo do trabalho era reduzir os impostos de forma legal e segura, organizar o recebimento dos convênios e dar aos sócios uma visão clara do resultado mensal. Para isso, definimos o pró-labore ideal, revisamos o enquadramento das atividades, recuperamos impostos pagos a mais e criamos um relatório mensal com o faturamento por convênio.


Em doze meses, a carga de impostos da clínica caiu 31%, os créditos recuperados pagaram a reforma de uma nova sala de atendimento e os sócios passaram a decidir contratações e investimentos com base em números confiáveis. Hoje acompanhamos a clínica todo mês e repetimos a simulação dos regimes no fim de cada ano, antes da nova opção.
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